


Vitalik Buterin, ao desenvolver a reconhecida plataforma de criptomoedas, procurou alargar os horizontes da tecnologia blockchain e promover a inovação. Inspirado pela primeira criptomoeda, identificou potencial para a tecnologia além do simples processamento de transações, o que o levou a criar a sua própria rede blockchain.
Smart contracts são programas informáticos autónomos que operam numa rede blockchain. Os programadores implementam estes códigos orientados por dados para executar instruções específicas. Depois de ativados, os smart contracts funcionam exatamente como foram programados, sem intervenção do utilizador.
A Máquina Virtual de Execução (EVM) é um elemento central dos principais protocolos de criptomoedas. Este motor digital alimenta a rede, executa programas, armazena dados, estabelece ligações com outras redes e realiza cálculos complexos. É também responsável pela execução de código e pela implementação de smart contracts.
Uma rede de criptomoedas opera em dois estados principais:
Estado Global: Armazena saldos de contas e smart contracts. Este estado é descentralizado, imutável e acessível a qualquer utilizador online.
Estado da Máquina: A EVM processa transações passo a passo neste estado, frequentemente designado como “sandbox” dos programadores.
Solidity é a linguagem mais utilizada para criar smart contracts em plataformas de criptomoedas. Esta linguagem de alto nível assemelha-se ao JavaScript. Compiladores EVM, como o solc, convertem contratos escritos em Solidity para bytecode.
Durante a execução de código na EVM, o gás disponível diminui em função das taxas de gás computacional. Se o fornecimento de gás atingir zero antes da conclusão da transação, a EVM interrompe de imediato a execução.
A EVM protege a rede contra atividades maliciosas. Permite a execução segura e fiável de smart contracts, automatizando serviços numa plataforma de confiança.
Os cinco principais casos de utilização da EVM são:
Vitalik Buterin idealiza um supercomputador descentralizado, virtualmente acessível a todos. A EVM tem sido crucial para tornar essa visão realidade. Desde a sua criação, a EVM tem sido alvo de várias atualizações e continua a evoluir, prevendo-se melhorias contínuas até 2025.
A Máquina Virtual de Execução (EVM) é um pilar fundamental das infraestruturas das redes de criptomoedas. É indispensável para executar smart contracts e gerir cálculos complexos na blockchain. Para além da sua função operacional, a EVM reforça a segurança da rede, prevenindo ataques e oferecendo um ambiente seguro, flexível e descentralizado para os programadores. À medida que a tecnologia blockchain evolui, a EVM continuará a ser essencial para o futuro das criptomoedas e das aplicações descentralizadas.
EVM significa Ethereum Virtual Machine — um ambiente de software que permite executar smart contracts e processar transações na rede Ethereum. Proporciona aos programadores a possibilidade de criar aplicações descentralizadas e promove a interoperabilidade entre blockchains compatíveis com EVM.











